<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700</id><updated>2011-12-05T09:41:11.215-02:00</updated><title type='text'>Consórcio Ambiental Quiriri</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cleusa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13490475488554584953</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9gIMfQOqy5Q/ST6EhaslgFI/AAAAAAAAADA/VbYzl2HOj3U/S220/EUZINHA.GIF'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-5319115906354496733</id><published>2009-09-04T16:57:00.004-03:00</published><updated>2009-12-08T22:13:19.848-02:00</updated><title type='text'>Plantações como sumidouros de CO2: a fraude do carbono em seu pior aspecto</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais, Ecoblogue, 24 de agosto de 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Lucida Grande';"&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center" id="paxu"&gt;&lt;img style="WIDTH: 300px; HEIGHT: 225px" src="http://docs.google.com/File?id=dghpjjqm_108gk246rgj_b" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Enquanto para a maior parte da humanidade a mudança climática significa desastre, algumas mentes empresariais a percebem como uma boa oportunidade de negócios. Na forma por eles considerada, a mudança climática diz respeito às emissões de carbono e o carbono pode ser comercializado como uma mercadoria no mercado global. Tal mercado- é o que eles dizem- pode valer bilhões ou inclusive trilhões de dólares e eles esperam que redunde em grandes lucros para si. Não importa se tal mercado não tem qualquer valor em absoluto para deter a mudança climática; apenas conta seu valor como um investimento lucrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que essas pessoas têm poder e muita influência tanto em nível nacional quanto internacional, onde a legislação e os acordos são feitos sob medida para adaptar-se a seus desejos. Esse foi o caso na Convenção sobre Mudança Climática e seu correspondente Protocolo de Kioto, que cedeu às pressões ao aceitar o mercado de carbono como uma das “soluções” para a mudança climática. Assim o chamado “Mecanismo de Desenvolvimento Limpo” foi aprovado como um meio para “compensar” as emissões de CO2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionalmente, o apoio governamental às abordagens do “mercado livre” permitiu que os mesmos atores estabelecessem um mercado de carbono voluntário em que as pessoas são ludibriadas ao acreditarem que pagando umas taxas podem ficar livres de culpa por suas emissões de CO2- por exemplo, nas viagens de avião. Assim surgiu o mercado de “carbono- neutro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o mercado de carbono “oficial” quanto o “não oficial” têm incluído as plantações de árvores como um dos possíveis mecanismos para “compensar” as emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O WRM tem produzido abundantes informações sobre os impactos das plantações de árvores em geral, tem desenvolvido análises sobre as razões pelas quais as plantações não deveriam ser consideradas como sumidouros de carbono, tem detalhado as razões para opor-se ao mercado de carbono e tem explicado por que “a neutralidade do carbono” é uma fraude. Todas estas informações estão disponíveis em nosso site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora queremos focalizar uma única questão, que é em si mesma suficiente para as plantações de árvores serem excluídas como sumidouros de carbono: o risco de incêndio. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Imagine a seguinte situação. Uma empresa poluidora no Norte paga a um vendedor de “carbono-neutro” que promete “compensar” suas emissões plantando árvores. Assumamos que as árvores são plantadas de fato e que absorvem todo o volume de carbono emitido pela empresa poluidora. Seis anos mais tarde, a plantação toda incendeia- se. O resultado será que a plantação queimada terá liberado todo o volume de carbono que supostamente devia compensar. Isso significa que a plantação só terá servido para permitir a empresa poluidora evitar investir naquilo que é mais necessário sob uma perspectiva climática: cortar as emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anterior é o cenário de uma situação real, porque os tipos de plantações mais comuns- eucaliptos e pinheiros- são naturalmente propensos ao incêndio. Os dois tipos de árvores são altamente inflamáveis nas florestas naturais – os incêndios na realidade colaboram para superar a concorrência de outras espécies- e são ainda mais inflamáveis em plantações de rápido crescimento em grande escala porque geram um ambiente muito seco sob suas copas, ideal para o fogo se espalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionalmente, as condições sociais que criam também fazem com que sejam alvos de incêndios provocados em diferentes locais em que os moradores foram afetados. Ainda que não seja um fato provado, dizem que alguns incêndios em lugares tão distantes como Chile e Suazilândia, têm sido iniciados por moradores locais deslocados ou afetados pelas plantações. Há aproximadamente 10 anos, na Venezuela, os empregados das plantações da empresa celulósica Smurfit tinham ordens de registrar todas as pessoas das comunidades locais que passavam próximas às plantações e confiscar fósforos e acendedores por medo de incêndios provocados. E a possibilidade era real porque a maioria dos moradores queria de fato pôr fogo nas plantações e o expressava abertamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto por razões sociais quanto ambientais, as plantações constantemente ardem ao redor do mundo. Alguns dos casos que tiveram mais cobertura mediática incluem as plantações- e florestas- na Austrália, Espanha, Portugal, Chile, África do Sul, Suazilândia. Mas basta com fazer uma busca simples na internet para encontrar mais incêndios relacionados com plantações em países com vastas áreas de monoculturas de árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão óbvia quanto às plantações como sumidouros de carbono é que é muito imprudente- por não dizer diretamente estúpido- usar as plantações para armazenar carbono. As plantações como sumidouros têm um único aspecto positivo: retratam a fraude do mercado de carbono em seu pior aspecto.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-5319115906354496733?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/5319115906354496733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/09/plantacoes-como-sumidouros-de-co2_04.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/5319115906354496733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/5319115906354496733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/09/plantacoes-como-sumidouros-de-co2_04.html' title='Plantações como sumidouros de CO2: a fraude do carbono em seu pior aspecto'/><author><name>henry</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_8i_qd4jzpPc/Sx9zKjRHq1I/AAAAAAAAARI/PfhInj2rR5c/S220/logo_perereca_escura_peq.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-6978630293039456912</id><published>2009-05-28T08:30:00.002-03:00</published><updated>2009-05-28T08:37:25.987-03:00</updated><title type='text'>27 de Maio - Dia da Mata Atlântica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9gIMfQOqy5Q/Sh52pYYU68I/AAAAAAAAAFQ/YpIX84WBOA8/s1600-h/papel_de_parede_dia_da_mata2_copia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_9gIMfQOqy5Q/Sh52pYYU68I/AAAAAAAAAFQ/YpIX84WBOA8/s320/papel_de_parede_dia_da_mata2_copia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340836661399186370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.wwf.org.br/index.cfm"&gt;WWF - Conheça o Site&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-6978630293039456912?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/6978630293039456912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/05/wwf.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/6978630293039456912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/6978630293039456912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/05/wwf.html' title='27 de Maio - Dia da Mata Atlântica'/><author><name>Cleusa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13490475488554584953</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9gIMfQOqy5Q/ST6EhaslgFI/AAAAAAAAADA/VbYzl2HOj3U/S220/EUZINHA.GIF'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9gIMfQOqy5Q/Sh52pYYU68I/AAAAAAAAAFQ/YpIX84WBOA8/s72-c/papel_de_parede_dia_da_mata2_copia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-3808358475445319081</id><published>2009-05-26T10:55:00.001-03:00</published><updated>2009-05-26T10:55:27.457-03:00</updated><title type='text'>Reator a plasma gera energia do lixo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(180, 95, 6); font-family: Arial"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="4"&gt;Reator a plasma gera energia do lixo&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(55, 55, 55); font-family: Arial"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Texto de Lucélia Barbosa -  &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;Pesquisadores do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) estão desenvolvendo um trabalho conjunto que transformará, por meio de um reator a plasma, resíduos urbanos, sólidos ou líquidos, em energia elétrica. O projeto foi dividido em duas fases. A primeira, já concluída, concentrou-se no conceito do próprio reator. Foi desenvolvida uma primeira unidade-piloto, ainda em escala de laboratório, utilizando um equipamento já existente no IPT, o qual possibilitou observar a produção e a qualidade do gás obtida no reator. A segunda, em andamento, consiste na construção de uma versão otimizada da máquina e na aquisição de uma turbina a gás.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(55, 55, 55)"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;O plasma é um gás ionizado, reativo, com alta temperatura que, ao entrar em contato com o lixo, faz a sua decomposição e o transforma em líqüido ou gás. Segundo Choyu Otani, pesquisador do laboratório de Plasmas e Processos do ITA, “a energia elétrica será gerada a partir do poder calorífico de alguns resíduos presentes no lixo urbano”. A transformação acontece através de um ciclo combinado que utiliza duas turbinas, uma a gás e outra vapor, ensina Antonio Carlos da Cruz, pesquisador do Grupo de Plasma do IPT. “A conversão é feita a partir da oxidação parcial do lixo dentro do reator que ao entrar em contato com a tocha do plasma (em altíssima temperatura) produz um gás combustível (essa queima vai gerar energia), chamado de síntese. Esse, rico em monóxido de carbono (CO) e hidrogênio (H2), vai para a turbina a gás, que faz melhor aproveitamento do calor, gerando mais energia. Em seguida, utiliza-se a outra turbina, onde os gases quentes se aquecem na água e produzem vapor.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(55, 55, 55); font-family: Arial"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;Segundo ele, a energia gerada será suficiente para manter todo o processo em funcionamento. Além disso, há a possibilidade de gerar excedentes de energia, cuja quantidade ainda é desconhecida, que poderiam ser destinada a outros fins.&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;b&gt;Preservação ambiental&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(55, 55, 55); font-family: Arial"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;A nova tecnologia, afirmam os pesquisadores, leva grande vantagem sobre a incineração, um sistema que utiliza temperatura de 800º C e que não queima todos os resíduos porque depende do poder calorífico do próprio lixo, além de gerar cinzas – material altamente poluente. O reator a plasma, por sua vez, faz a gaseificação desse resíduo com temperaturas entre 5 e 10 milº C e não gera cinzas. Como explicou Cruz, a alta temperatura da tocha do plasma permite que todo o resíduo sólido alimentado no reator seja “inertizado”, inibindo, assim, a formação de poluentes. “O que não se transforma em gás, aqueles metais que não volatilizam, ficam incorporados à massa fundida. O processo é interessante tanto do ponto de vista da geração de energia, como de não-produção de tóxicos. Esse é um ponto básico de alta relevância em termos de meio ambiente”, concluiu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(55, 55, 55); font-family: Arial"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;Segundo Otani, ao retirar a massa fundida do reator, ela passa por um processo de drenagem e resfriamento adequados, resultando num material que poderá ser utilizado na pavimentação de ruas ou na produção de cerâmicas. “O resultado vai depender do lixo que se processar. Se for bastante ferro, vai sair ferro como produto principal, se tiver bastante argila, barro, vai sair bastante cerâmica.” Quanto à seleção do lixo, Cruz disse que o sistema deve operar integrado à unidade de coleta e triagem do resíduo, no sentido de promover seu reaproveitamento. “Na verdade, os materiais que interessam na conversão a plasma são aqueles que chegaram ao limite de reciclabilidade.” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(55, 55, 55); font-family: Arial"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;Os dois pesquisadores acreditam que o reator poderá, no futuro, depois de consolidada a tecnologia, ser uma das soluções para minimizar o volume do lixo destinado aos aterros, já escassos no Brasil. “No Japão, por exemplo, a falta de espaço é tanta que até as cinzas constituem um problema. A solução foi aplicar a técnica do plasma fazendo, assim, a inertização dessas cinzas”, mencionou Cruz. Para Otani, o ideal seria desenvolver uma gestão bem elaborada, calibrada para ver o que é reutilizável e o que não é. “Àquele resíduo que atrapalha a vida de todo mundo com certeza o plasma seria uma das melhores soluções porque diminui o volume e ainda pode gerar energia.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(55, 55, 55); font-family: Arial"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;b&gt;Previsão&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(55, 55, 55); font-family: Arial"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;A estrutura física do reator está sendo feita no IPT e deve ficar pronta ainda em 2007, mas o projeto completo levará dois anos para ser concluído. A quantidade de lixo a ser processado dependerá do tamanho do equipamento – na fase piloto, os pesquisadores estimam que os resíduos cheguem a até 100 quilos/hora. &lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;Apoiado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) por meio do Pipe (Programa de Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas) e pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), o projeto recebeu R$ 400 mil da primeira e R$ 3,2 milhões da segunda instituição, que também está interessada na pesquisa sobre tratamento de resíduos da indústria do petróleo. Para executá-lo “de forma mais confortável”, no entanto, Cruz calcula que seriam necessários R$ 10 milhões. A Multivácuo, pequena empresa de base tecnológica, pretende comercializar a tecnologia.&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;div align="right" style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt; &lt;br style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;b style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;Enviado por &lt;b&gt;Henry &lt;/b&gt;em 26/05/2009&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style=" margin-right: 0px; margin-left: 0px; border-width: initial; border-color: initial; list-style-type: none"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-3808358475445319081?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/3808358475445319081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/05/reator-plasma-gera-energia-do-lixo_26.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/3808358475445319081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/3808358475445319081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/05/reator-plasma-gera-energia-do-lixo_26.html' title='Reator a plasma gera energia do lixo'/><author><name>henry</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_8i_qd4jzpPc/Sx9zKjRHq1I/AAAAAAAAARI/PfhInj2rR5c/S220/logo_perereca_escura_peq.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-8131200049271919265</id><published>2009-04-24T14:20:00.003-03:00</published><updated>2009-12-08T22:29:40.219-02:00</updated><title type='text'>Nova energia hidrelétrica 2</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN:center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(69, 129, 142);"&gt;Nova energia hidrelétrica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN:right"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;texto de henry Henkels&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;  &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;No Brasil,  a mais significativa modalidade de geração de energia elétrica é a hidrelétrica, predominantemente gerada em usinas de grande porte. A energia primária de uma hidrelétrica se baseia no potencial gravitacional da água contida num ponto elevado. Ou seja usa-se a diferença de nivel entre o ponto de tomada da água e o ponto de conversão em energia. A equação de rendimento de uma hidrelétrica está relacionada a dois fatores, a diferença de nível da água e a quantidade de água disponível, a vazão do rio. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:-webkit-sans-serif;"&gt;&lt;p style=" MARGIN-RIGHT:0px; MARGIN-LEFT:0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Como a geração de energia está diretamente relacionada à vazão e não é possivel ter a mesma  quantidade de água durante o ano inteiro, pois em  épocas chuvosas, é claro, a quantidade de água aumenta, para aproveitar ao máximo as possibilidades de fornecimento de energia de um rio, tem-se então a necessidade regularizar a essa vazão, a fim de que a usina possa funcionar continuamente com a potência instalada otimizada. A vazão de água é regularizada pela construção de reservatórios (lagos) artificiais. Represando o rio, algumas vezes também é possivel elevar seu nível no ponto de tomada da água aumentando a geração potencial de energia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=" MARGIN-RIGHT:0px; MARGIN-LEFT:0px"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;        A construção de represas, via de regra, se constitui de grandes empreendimentos de engenharia pesada e gera enormes interferências na natureza, quase sempre causando danos ambienteis - quando não sociais - consideráveis. A construção de grandes hidrelétricas hoje é sinônimo certo de desgastantes conflitos socio-ambientais de toda ordem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=" MARGIN-RIGHT:0px; MARGIN-LEFT:0px"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;        Para contornar esse tipo de problemas começam a ser desenvolvidas alternativas tecnológicas para aproveitamento do potencial hídrico de maneira a evitar os problemas colaterais sempre presentes na construções dessas super estruturas. Uma das tecnologias que se mostram promissoras parece ser o de se aproveitar a energia cinética de movimentação da corrente da água de um rio sem o uso de represas. Os primeiros experimentos foram feitos com a adaptação de turbinas de fluxo cruzado, o que não produziu resultados satisfatórios visto que o rendimento desse tipo de aparelho fica mais adequado com uma maior diferença de potencial (desnível e pressão da água).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=" MARGIN-RIGHT:0px; MARGIN-LEFT:0px"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;        Varias propostas tecnologicas surgiram nos últimos tempos. Uma delas é pelo uso de um rotor helicoidial tipo "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Gorlov". Outra proposta foi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255)"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0)"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; adaptar aparelhos derivados de geradores eólicos para funcionar no fluxo de água dos rios, o que já tem se mostrado altamente promissor, mas ainda existem aspectos técnicos a serem resolvidos. Os melhores resultados até o presente momento se obteve com micro-usinas de até 10kW. A vantagem é que pode-se produzir energia em locais próximos ao ponto do consumo, o que gera uma economia fantástica em investimentos de transmissão e também permite uma economia por diminuição de perdas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=" MARGIN-RIGHT:0px; MARGIN-LEFT:0px"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;        Desafios tecnológicos a se superar ainda é desenvolver uma liga para as hélices que tenham um desempenho similar às dos geradores eólicos mas que vão funcionar em um meio 360 vezes mais denso do que o ar. Outra dificuldade técnica a ser resolvida é o desenvolvimento geradores assíncronos (que funcionam a diferentes rotações) de baixo custo e de eficiência otimizada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=" MARGIN-RIGHT:0px; MARGIN-LEFT:0px"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;        Outra questão não completamente resolvida é saber o quanto esse tipo de instalação vai influenciar nas características biológicas do meio aquático, principalmente com organismos superiores como os peixes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;p style=" MARGIN-RIGHT:0px; MARGIN-LEFT:0px"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left" id="m7js"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;img src="http://docs.google.com/File?id=dghpjjqm_54f9247nzt_b" style="width: 320px; height: 285.091px" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;margin-right: 0px; margin-left: 0px"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fig 1 - Esquema interno&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style=" MARGIN-RIGHT:0px; MARGIN-LEFT:0px"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(118, 165, 175);"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Links - em ingles&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(118, 165, 175);"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=" MARGIN-RIGHT:0px; MARGIN-LEFT:0px"&gt;&lt;a href="http://www.popularmechanics.com/science/earth/4281714.html"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;http://www.popularmechanics.com/science/earth/4281714.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=" MARGIN-RIGHT:0px; MARGIN-LEFT:0px"&gt;&lt;a href="http://www.free-flow-power.com/index.php?id=10"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;http://www.free-flow-power.com/index.php?id=10&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-8131200049271919265?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/8131200049271919265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/04/nova-energia-hidreletrica-2_876.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/8131200049271919265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/8131200049271919265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/04/nova-energia-hidreletrica-2_876.html' title='Nova energia hidrelétrica 2'/><author><name>henry</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_8i_qd4jzpPc/Sx9zKjRHq1I/AAAAAAAAARI/PfhInj2rR5c/S220/logo_perereca_escura_peq.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-7725195450176166036</id><published>2009-04-02T08:36:00.003-03:00</published><updated>2009-04-02T08:45:29.581-03:00</updated><title type='text'>Baseado no "sistema cão"!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;O mundo conforme Casciari (*)&lt;br /&gt;Li uma vez que a Argentina não é nem melhor nem pior que a Espanha, só que mais jovem. Gostei dessa teoria e aí inventei um truque para descobrir a idade dos países baseando-me no 'sistema cão'. Desde meninos nos explicam que para saber se um cão é jovem ou velho, deveríamos multiplicar a sua idade biológica por 7. No caso de países temos que dividir a sua idade histórica por 14 para conhecer a sua correspondência humana. Confuso? Neste artigo exponho alguns exemplares reveladores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;A Argentina nasceu em 1816, assim sendo, já tem 190 anos. Se dividimos estes anos por 14, a Argentina tem 'humanamente' cerca de 13 anos e meio, ou seja, está na pré-adolescência. É rebelde, se masturba, não tem memória, responde sem pensar e está cheia de acne. Quase todos os países da América Latina têm a mesma idade, e como acontece nesses casos, eles formam gangues. A gangue do Mercosul é formada por quatro adolescentes que tem um conjunto de rock. Ensaiam em uma garagem, fazem muito barulho, e jamais gravaram um disco. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;A Venezuela, que já tem peitinhos, está querendo unir-se a eles para fazer o coro. Em realidade, como a maioria das mocinhas da sua idade, quer é sexo, neste caso com o Brasil, que tem 14 anos e um membro grande. O México também é adolescente, mas com ascendente indígena. Por isso, ri pouco e não fuma nem um inofensivo baseado, como o resto dos seus amiguinhos. Mastiga coca, e se junta com os Estados Unidos, um retardado mental de 17 anos, que se dedica a atacar os meninos famintos de 6 anos em outros continentes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;No outro extremo, está a China milenária. Se dividirmos os seus 1.200 anos por 14 obtemos uma senhora de 85, conservadora, com cheiro a xixi de gato, que passa o dia comendo arroz porque não tem - ainda - dinheiro para comprar uma dentadura postiça. A China tem um neto de 8 anos, Taiwan, que lhe faz a vida impossível. Está divorciada faz tempo de Japão, um velho chato, que se juntou às Filipinas, uma jovem pirada, que sempre está disposta a qualquer aberração em troca de grana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Depois, estão os países que são maiores de idade e saem com o BMW do pai.  Por exemplo, Austrália e Canadá. Típicos países que cresceram ao amparo de papai Inglaterra e mamãe França, tiveram uma educação restrita e antiquada e agora se fingem de loucos. A Austrália é uma babaca de pouco mais de 18 anos, que faz topless e sexo com a África do Sul. O Canadá é um mocinho gay emancipado, que a qualquer momento pode adotar o bebê Groenlândia para formar uma dessas famílias alternativas que estão de moda. A França é uma separada de 36 anos, mais puta que uma galinha, mas muito respeitada no âmbito profissional. Tem um filho de apenas 6 anos: Mônaco, que vai acabar virando puto ou  bailarino... ou ambas coisas. É a amante esporádica da Alemanha, um caminhoneiro rico que está casado com Áustria, que sabe que é chifruda, mas que não se importa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;A Itália é viúva faz muito tempo. Vive cuidando de São Marino e do Vaticano, dois filhos católicos gêmeos idênticos. Esteve casada em segundas núpcias com Alemanha (por pouco tempo e tiveram a Suíça), mas agora não quer saber mais de homens. A Itália gostaria de ser uma mulher como a Bélgica: advogada, executiva independente, que usa calças e fala de política de igual para igual com os homens (A Bélgica também fantasia de vez em quando que sabe preparar espaguete). A Espanha é a mulher mais linda de Europa (possivelmente a França se iguale a ela, mas perde espontaneidade por usar tanto perfume). É muito tetuda e quase sempre está bêbada. Geralmente se deixa foder pela Inglaterra e depois a denuncia. A Espanha tem filhos por todas as partes (quase todos de 13 anos), que moram longe. Gosta muito deles, mas a perturbam quando têm fome, passam uma temporada na sua casa e assaltam sua geladeira. Outro que tem filhos espalhados no mundo é a Inglaterra. Sai de barco de noite, transa com alguns babacas e nove meses depois, aparece uma nova ilha em alguma parte do mundo. Mas não fica de mal com ela. Em geral, as ilhas vivem com a mãe, mas a Inglaterra as alimenta. A Escócia e a Irlanda, os irmãos de Inglaterra que moram no andar de cima, passam a vida inteira bêbados e nem sequer sabem jogar futebol. São a vergonha da família. A Suécia e a Noruega são duas lésbicas de quase 40 anos, que estão bem de corpo, apesar da idade, mas não ligam para ninguém. Transam e trabalham, pois são formadas em alguma coisa. Às vezes, fazem trio com a Holanda (quando necessitam maconha, haxixe e heroína); outras vezes cutucam a Finlândia, que é um cara meio andrógino de 30 anos, que vive só em um apartamento sem mobília e passa o tempo falando pelo celular com Coréia. A Coréia (a do sul) vive de olho na sua irmã esquizóide. São gêmeas, mas a do Norte tomou líquido amniótico quando saiu do útero e ficou estúpida. Passou a infância usando pistolas e agora, que vive só, é capaz de qualquer coisa. Estados Unidos, o retardadinho de 17 anos, a vigia muito, não por medo, mas porque quer pegar as suas pistolas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Irã e Iraque eram dois primos de 16 que roubavam motos e vendiam as peças, até que um dia roubaram uma peça da motoca dos Estados Unidos e acabou o negocio para eles. Agora estão comendo lixo. O mundo estava bem assim até que, um dia, a Rússia se juntou (sem casar) com a Perestroika e tiveram uma dúzia e meia de filhos. Todos esquisitos, alguns mongolóides, outros esquizofrênicos. Faz uma semana, e por causa de um conflito com tiros e mortos, os habitantes sérios do mundo, descobrimos que tem um país que se chama Kabardino-Balkaria. É um país com bandeira, presidente, hino, flora, fauna... e até gente! Eu fico com medo quando aparecem países de pouca idade, assim de repente. Que saibamos deles por ter ouvido falar e ainda temos que fingir que sabíamos, para não passar por ignorantes. Mas aí, eu pergunto: por que continuam nascendo países, se os que já existem ainda não funcionam?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;  *NOTA SOBRE O AUTOR:* *Hernán Casciari nasceu em Mercedes (Buenos Aires), a 16 de março de 1971. Escritor e jornalista argentino. É conhecido por seu trabalho ficcional na Internet, onde tem trabalhado na união entre literatura e blog, destacado na blognovela. Sua obra mais conhecida na rede, 'Weblog de una mujer gorda', foi editada em papel, com o título: 'Más respeto, que soy tu madre'.*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-7725195450176166036?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/7725195450176166036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/04/baseado-no-sistema-cao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/7725195450176166036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/7725195450176166036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/04/baseado-no-sistema-cao.html' title='Baseado no &quot;sistema cão&quot;!'/><author><name>Leléo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07906068530078978402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_BY1PWbChcd0/SdSjG0rr_uI/AAAAAAAAAAc/XXnd8sr9hbc/S220/IMG_4867.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-3219225693694566318</id><published>2009-03-20T09:02:00.004-03:00</published><updated>2009-03-20T09:09:59.482-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9gIMfQOqy5Q/ScOHFKJ_0GI/AAAAAAAAAEA/01OOMho2pPA/s1600-h/casa+do+z%C3%A9.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315240507922698338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 303px; CURSOR: hand; HEIGHT: 224px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9gIMfQOqy5Q/ScOHFKJ_0GI/AAAAAAAAAEA/01OOMho2pPA/s320/casa+do+z%C3%A9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;Essa eu não podia deixar de divulgar!! Simples... mas verdadeira!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Carta do Zé agricultor para o amigo Luis da cidade - Tema: Ecologia&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Sátira escrita por Luciano Pizzato.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Engenheiro Florestal(1*Premio Nacional de Ecologia) &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Desabafo sobre a estupidez da burocracia e dos "caga-regras "&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Carta do Zé agricultor para o amigo Luis da cidade&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;¨Luis, quanto tempo. Sou o Zé, seu colega de ginásio, que chegava sempre atrasado, pois a Kombi que pegava no ponto perto do sítio atrasava um pouco. Lembra, né, o do sapato sujo? A professora nunca entendeu que tinha de caminhar 4 km até o ponto da Kombi na ida e volta e o sapato sujava.&lt;br /&gt;Lembra? Se não, sou o Zé com sono... hehe. A Kombi parava as onze da noite no ponto de volta, e com a caminhada ia dormi lá pela uma, e o pai precisava de ajuda para ordenhá as vaca às 5h30 toda manhã. Dava um sono. Agora lembra, né Luis?!&lt;br /&gt;Pois é. Tô pensando em mudá ai com você. Não que seja ruim o sítio, aqui é uma maravilha. Mato, passarinho, ar bom. Só que acho que tô estragando a vida de você Luis, e teus amigo ai na cidade. To vendo todo mundo fala que nóis da agricultura estamo destruindo o meio ambiente.&lt;br /&gt;Veja só. O sitio do pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que pará de estuda) fica só a meia hora ai da Capital, e depois dos 4 km a pé, só 10 minuto da sede do município. Mas continuo sem Luz porque os Poste não podem passar por uma tal de APPA que criaram aqui. A água vem do poço, uma maravilha, mas um homem veio e falô que tenho que faze uma outorga e paga uma taxa de uso, porque a água vai acabá. Se falô deve ser verdade.&lt;br /&gt;Pra ajudá com as 12 vaca de leite (o pai foi, né ...) contratei o Juca, filho do vizinho, carteira assinada, salário mínimo, morava no fundo de casa, comia com a gente, tudo de bão. Mas também veio outro homem aqui, e falo que se o Juca fosse ordenha as 5:30 tinha que recebe mais, e não podia trabalha sábado e domingo (mas as vaca não param de faze leite no fim de semana).&lt;br /&gt;Também visitô a casinha dele, e disse que o beliche tava 2 cm menor do que devia, e a lâmpada (tenho gerador, não te contei !) estava em cima do fogão era do tipo que se esquentasse podia explodi (não entendi ?). A comida que nóis fazia junto tinha que faze parte do salário dele. Bom, Luis tive que pedi pro Juca voltá pra casa, desempregado, mas protegido agora pelo tal homem. Só que acho que não deu certo, soube que foi preso na cidade roubando comida. Do tal homem que veio protegê ele, não sei se tava junto.&lt;br /&gt;Na Capital também é assim né, Luis? Tua empregada vai pra uma casa boa toda noite, de carro, tranquila. Você não deixa ela morá nas tal favela, ou beira de rio, porque senão te multam ou o homem vai aí mandar você dar casa boa, e um montão de outras coisa. É tudo igual aí né?&lt;br /&gt;Mas agora, eu e a Maria (lembra dela, casei ) fazemo a ordenha as 5:30, levamo o leite de carroça até onde era o ponto da Kombi, e a cooperativa pega todo dia, se não chove. Se chove, perco o leite e dô pros porco.&lt;br /&gt;Té que o Juca fez economia pra nóis, pois antes me sobrava só um salário por mês, e agora eu e Maria temos sobrado dois salário por mês. Melhorô. Os porco não, pois também veio outro homem e disse que a distancia do Rio não podia ser 20 metro e tinha que derrubá tudo e fazer a 30 metro. Também colocá umas coisa pra protege o Rio. Achei que ele tava certo e disse que ia fazê, e sozinho ia demorá uns trinta dia, só que mesmo assim ele me multo, e pra pagá vendi os porco e a pocilga, e fiquei só com as vaca. O promotor disse que desta vez por este crime não vai me prendê, e fez eu dá cesta básica pro orfanato. O Luis, ai quando vocês sujam o Rio também paga multa né?&lt;br /&gt;Agora a água do poço posso pagá, mas to preocupado com a água do Rio. Todo ele aqui deve ser como na tua cidade Luis, protegido, tem mato dos dois lado, as vaca não chegam nele, não tem erosão, a pocilga acabo . Só que algo tá errado, pois ele fede e a água é preta e já subiu o Rio até a divisa da Capital, e ele vem todo sujo e fedendo ai da tua terra.&lt;br /&gt;Mas vocês não fazem isto né Luis? Pois aqui a multa é grande, e dá prisão. Cortá árvore então, vige. Tinha uma árvore grande que murchô e ia morre, então pedi pra eu tirá, aproveitá a madeira pois até podia cair em cima da casa. Como ninguém respondeu ai do escritório que fui, pedi na Capital (não tem aqui não), depois de uns 8 mes, quando a árvore morreu e tava apodrecendo, resolvi tirar, e veja Luis, no outro dia já tinha um fiscal aqui e levei uma multa. Acho que desta vez o delegado me prende.&lt;br /&gt;Tô preocupado Luis, pois no radio deu que a nova Lei vai dá multa de 500,00 a 20.000,00 por hectare e por dia da propriedade que tenha algo errado por aqui. Calculei por 500,00 e vi que perco o sitio em uma semana. Então é melhor vende, e ir morá onde todo mundo cuida da ecologia, pois não tem multa ai. Tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazê nada errado, só falei das coisa por ter certeza que a Lei é pra todos nois.&lt;br /&gt;E vou morar cocê, Luis. Mais fique tranqüilo, vou usá o dinheiro primeiro pra comprá aquela coisa branca, a geladeira, que aqui no sitio eu encho com tudo que produzo na roça, no pomar, com as vaquinha, e ai na cidade, diz que é fácil, é só abri e a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nóis, os criminoso aqui da roça.&lt;br /&gt;Até Luis.&lt;br /&gt;Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas não conte até eu vendê o sitio "&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;(Todos os fatos e situações de multas e exigências são baseados em dados verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar o quanto o tratamento ambiental é desiqual e discricionário entre o meio rural e o meio urbano.)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Ambiente Brasil - Luciano Pizzatto&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (*)&lt;br /&gt;* É engenheiro florestal, especialista em direito socioambiental e empresário, diretor de Parques Nacionais e Reservas do IBDF/IBAMA 88/89, deputado desde 1989, detentor do 1º Prêmio Nacional de Ecologia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-3219225693694566318?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/3219225693694566318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/03/essa-eu-nao-podia-deixar-de-divulgar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/3219225693694566318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/3219225693694566318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/03/essa-eu-nao-podia-deixar-de-divulgar.html' title=''/><author><name>Cleusa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13490475488554584953</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_9gIMfQOqy5Q/ST6EhaslgFI/AAAAAAAAADA/VbYzl2HOj3U/S220/EUZINHA.GIF'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9gIMfQOqy5Q/ScOHFKJ_0GI/AAAAAAAAAEA/01OOMho2pPA/s72-c/casa+do+z%C3%A9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-2847958484204066464</id><published>2009-03-10T11:43:00.002-03:00</published><updated>2009-03-10T11:47:04.310-03:00</updated><title type='text'>Entregaram o galinheiro às raposas.</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: 22pt; color: rgb(153, 153, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;Entregaram o galinheiro às raposas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:22.0pt;mso-bidi-font-size:24.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt;Dos 36 deputados federais que compõem a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, 16 são da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;bancada ruralista, ligados à UDR&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:navy"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:navy"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt;Sempre se espera que parlamentares que defendem o agronegócio se estabeleçam em pontos-chave para tentar garantir que suas agendas sejam as acolhidas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt;De resto isso faz parte do jogo democrático e é um direito legitimo que lhes assiste, mas se comportam como realmente são: quem só enxerga o seu próprio umbigo. Lamentável é que tenham se aninhado desta vez justo nessa Comissão de Meio Ambiente, pois é pública e notória a agenda negativa para essa área defendida por eles. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt;Todos que acompanham a discussão do Código Florestal sabem que nos moldes que ela se coloca hoje é um jogo de soma zero, sem perspectiva de assegurar avanços importantes em termos de uma política efetiva de conservação associada ao combate ao aquecimento global e desenvolvimento sustentável. Tudo está formatado apenas no curto prazo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt;A população&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;comum não consegue acompanhar essa discussão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt;Hoje, quando se afirma maliciosamente que a agricultura brasileira tem efetivamente uma barreira ao seu desenvolvimento na manutenção das normas ambientais de maneira geral, e especificamente no Código Florestal, tem-se como objetivo favorecer uma visão de curtíssimo prazo que atende única e exclusivamente setores atrasados da economia agropecuária nacional, que não têm sido competentes em inovar tecnologicamente, além de na maioria das vezes se apropriarem ilegalmente de terras públicas, mediante meios escuros, jogos de influencias ou &lt;span class="apple-style-span"&gt;como a grilagem, expulsão de populações tradicionais e de baixa renda, pelo uso de pistoleiros. &lt;/span&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt;É o desenvolvimento futuro e sobrevivência da nação como um todo que se opõem ao arcaico da UDR: chega a ser quase bandidagem pura e simples versus uma visão que incorpora a dimensão ética da sustentabilidade, traduzida por práticas socioambientais inovadoras, que compreendem o desafio da humanidade em produzir com menor intensidade de recursos ambientais, reconhecendo os limites do planeta no concreto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 128); font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 153, 0);"&gt;postado por henry Henkels em 10 fevereiro 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 128); font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:navy"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-2847958484204066464?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/2847958484204066464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/03/entregaram-o-galinheiro-as-raposas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/2847958484204066464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/2847958484204066464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/03/entregaram-o-galinheiro-as-raposas.html' title='Entregaram o galinheiro às raposas.'/><author><name>henry</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_8i_qd4jzpPc/Sx9zKjRHq1I/AAAAAAAAARI/PfhInj2rR5c/S220/logo_perereca_escura_peq.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-8704157805129420037</id><published>2009-02-02T20:41:00.004-02:00</published><updated>2009-02-02T20:52:02.596-02:00</updated><title type='text'>“DES”envolvimento e “IN”sustentabilidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a notoriedade que lhe é peculiar, o Henry através de seu artigo me fez refletir sobre a real ou imaginária possibilidade de que esta crise seja benéfica para o fortalecimento da democracia mundial rumando para um equilíbrio da economia mundial.... e prosseguindo com minha visão de Poliana, de que é uma oportunidade para o Brasil e seus empreendedores mostrarem seu diferencial que consiste, exatamente, no seu lado verde... Lembrei do artigo “Os engodos do mercado” onde Leonardo Boff expõe o que transcrevo na íntegra:”&lt;em&gt;Podemos imaginar a profunda perplexidade que a crise dos mercados mundiais se abateu sobre os ideólogos do neoliberalismo, do Estado mínimo e dos vendedores das ilusões do mercado. A queda do muro do Berlin em 1989 e a implosão da União Soviética provocou a euforia do capitalismo. Reagan e Tatcher, agora sem o contraponto socialista, aproveitaram a ocasião para radicalizar os “valores” do capitalismo, especialmente das excelências do mercado que tudo resolveria. Para facilitar a obra, começaram por desmoralizar o Estado como péssimo gestor e difamar a política como o mundo da corrupção. Naturalmente havia e ainda há problemas nestas instâncias. Mas não se pode abrir mão do Estado e da política se não quisermos regredir à barbárie social.  Em seu lugar, dizia-se, devem entrar as ordenações excogitadas no seio dos organismos nascidos em Bretton Woods e dos grandes conglomerados multiraterais. Entre nós, chegou-se a ridicularizar quem falasse em projeto nacional. Agora, sob a globalização, insistiam, vigora o projeto-mundo. E o Brasil deve inserir-se nele, mesmo de forma subalterna. O Estado deve ser reduzido ao mínimo e deixar livre campo para mercado  fazer os seus negócios. Nós que viemos, como tantos outros, do compromisso com os direitos humanos, especialmente, dos mais vulneráveis, demo-nos logo conta de que agora o principal violador destes direitos era o Estado mercantil e neo-liberal. Pois os direitos deixavam de ser inalienáveis. Eram transformados em necessidades humanas cuja satisfação deve ser buscada no mercado. Só tem direitos quem pode pagar e for consumidor Não é mais o Estado que vai garantir os mínimos para a vida. Como a grande maioria da população não participa do mercado, via negado seu direito. Podemos e devemos discutir o estatudo do Estado-nação. Na nova fase planetária da humanidade mais e mais se notam as limitações dos Estados e cresce a urgência de um centro de ordenação política que atenda às demandas coletivas da humanidade por alimento,  água, saúde, moradia, saúde e segurança. Mas enquanto não chegarmos à implantação deste organismo, cabe ao Estado ter a gestão do bem comum, impor limites à voracidade das multinacionais e implementar um projeto nacional. A crise econômica atual desmascarou como falsas as teses neoliberais e o combate ao Estado. Com espanto um jornal empresarial escreveu em letras garrafais em sua secção de economia “Mercado Irracional” como se um dia o mercado fosse racional, mercado que deixa de fora 2/3 da humanidade. Uma conhecida comentarista de assuntos econômicos, verdadeira sacerdotiza do mercado e do Estado mínimo, inflada de arrogância escreveu:”As autoridades americanas erraram na regulação e na fiscalização, erraram na avaliação da dimensão da crise, erraram na dose do remédio; e erram quando têm comportamento contraditório e errático” E por minha conta, acrescentaria: erraram em não convoca-la como a grande pitoniza que teria a solução adivinhatória para a atual  crise dos mercados. A lição é clara: deixada por conta do mercado e da voracidade do sistema financeiro especulativo, a crise ter-se-ia transformado numa tragédia de proporções planetárias pondo em grave risco o sistema econômico mundial. Logicamente, as grandes vitimas seriam os de sempre: os chamados zeros econômicos, os pobres e excluídos. Foi o difamado Estado que teve que entrar com quase dois trilhões de dólares para, no último momento, evitar o pior. São fatos que nos convidam a revisões profundas ou pelo menos, para alguns a serem menos arrogantes”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Essa visão do Estado como péssimo gestor e da política como o mundo da corrupção mostra, também, alguns reflexos inusitados como no constrangimento que percebi em colegas e conhecidos que assumiram cadeiras públicas, como homens de confiança, na próxima gestão dos prefeitos do Quiriri. Ouvindo frases como “eu não queria, mas...”, ou, “nunca pensei trabalhar no serviço público mas agora vamos mudar tudo”  ou ainda, “o salário público é pouco atrativo para bons profissionais” (como se todos nós que lá estamos fossemos estúpidos medíocres) percebo e concordo que nossa maior crise é mesmo a “Crise de Humanidade”. As pessoas tem medo de “Ser” e sub-vivem somente no “Ter”. O coletivo é suplantado pelo individual e essa patologia está nos encapsulando na mediocridade generalizada. Assim, trazendo a crise pra nosso contexto preocupo-me com a iminente e possível adaptação de nossos políticos e empreendedores a um contexto desequilibrado, mórbido e patológico como este, onde uma visão de pequenez e estreiteza acentuada pela vaidade e pelas alianças com o capital que não está interessado no humano e no seu destino, não consigam enxergar as oportunidades que uma crise pode apresentar... e assim, sem o envolvimento necessário, “DES”envolvidos migremos para o “IN”sustentável...Em todo caso, estou torcendo e acreditando que nossa futura rede de relações dentro do Consórcio seja composta de pessoas sérias que consigam conversar sem cuspir...&lt;br /&gt;leoni fuerst&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-8704157805129420037?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/8704157805129420037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/02/desenvolvimento-e-insustentabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/8704157805129420037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/8704157805129420037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2009/02/desenvolvimento-e-insustentabilidade.html' title='“DES”envolvimento e “IN”sustentabilidade'/><author><name>Leléo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07906068530078978402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_BY1PWbChcd0/SdSjG0rr_uI/AAAAAAAAAAc/XXnd8sr9hbc/S220/IMG_4867.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-5654701769740402407</id><published>2008-12-17T09:39:00.002-02:00</published><updated>2008-12-17T09:45:27.618-02:00</updated><title type='text'>2009, o ano da INsustentabilidade?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(34, 34, 34);   line-height: 19px; font-family:Verdana;font-size:13px;"&gt;&lt;b style="font-size: 1em; "&gt;&lt;i style="font-size: 1em; "&gt;Vejamos se empresas e os governos falam sério&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na economia mundial nos últimos anos a palavra mágica incorporada por todos foi “&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;sustentabilidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;”, mesmo sem ter sido convenientemente definida em seu real significado nunca, passou a significar um &lt;i style="font-size: 1em; "&gt;Deus ex machina&lt;/i&gt; largamente banalizado na venda das imagens corporativas por todos os lados. Veio até acompanhada da pomposa sigla CRS “companhia com responsabilidade social” (CSR em inglês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, isso muitas vezes não era mais do que uma mistificação, das portas para fora, em que concretamente não passavam de venda de impressões pontuadas por fotos e belas imagens de rios, florestas, animais silvestres, de pessoas bonitas e saudáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso acabou. Em 2009 a “&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;sustentabilidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;” vai se transformar em “&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;sustentação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;” e... “&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;sobrevivência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recessão vai apertar, o crescimento diminuir, a quebradeira amargar. Para se “sustentar”, as empresas vão cortar custos e postos de trabalho, isso certamente criará inseguranças importantes o que vai deixar os consumidores muito menos dispostos a pagar valores diferenciados para produtos orgânicos ou ecologicamente adequados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A valoração do econômico-material no ideário das pessoas é muito mais presente do que a responsabilidade ambiental. Um instinto de sobrevivência as avessas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que nesse estado de espírito, os primeiros programas que as companhias vão reduzir são os dos seus esforços pelo &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;verde da natureza&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e concentrar suas energias no &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;verde dos dólares&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Até mesmo os bem-intencionados projetos de substituições energéticas, em alternativas renováveis serão eclipsados pela redução das cotações do petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa tendência tem tudo para ser um bom tiro no pé. Se se afastarem muito de uma vontade verdadeira de buscar a sustentabilidade e mesmo uma responsabilidade social genuína, as empresas e corporações terão problemas. Com o mundo cada vez mais interligado pela internet, grupos organizados de pressão, o receio muito generalizado já pelo aquecimento global, consciência de boas prática sociais, etc. as forças de pressão nessa direção não vão desaparecer, pelo contrário, devem recrudescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casos mais flagrantes de desvios, até mesmo os governos dos países podem acabar por intervir ou passar a influenciar administrativamente, via mecanismos de crédito ou outras formas de pressão, visto que agora grande parte do mundo econômico e corporativo está de pires na mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os próprios governos também passam por uma provação de “sustentabilidade”. A reunião em Poznán, Polônia, a pré conferencia para o grande enclave programado para 2009 em Copenhagen visando dar seguimento para entendimentos pós-Kyoto, produziram muito poucos resultados. Na prática isso sinaliza dificuldades de avanço de adoção de políticas globais efetivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperemos então para ver como tudo isso vai evoluir.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(34, 34, 34);   line-height: 19px;font-family:Verdana;font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(34, 34, 34);   line-height: 19px;font-family:Verdana;font-size:13px;"&gt;&lt;a href="http://hhenkels.googlepages.com/amb_2009insust.htm"&gt;http://hhenkels.googlepages.com/amb_2009insust.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(34, 34, 34);   line-height: 19px;font-family:Verdana;font-size:13px;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(34, 34, 34);   line-height: 19px;font-family:Verdana;font-size:13px;"&gt;&lt;a href="http://blogln.ning.com/forum/topics/2009-o-ano-da"&gt;http://blogln.ning.com/forum/topics/2009-o-ano-da&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(34, 34, 34); font-family: Verdana; font-size: 48px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(34, 34, 34); font-family: Verdana; font-size: 48px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-5654701769740402407?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/5654701769740402407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2008/12/2009-o-ano-da-insustentabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/5654701769740402407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/5654701769740402407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2008/12/2009-o-ano-da-insustentabilidade.html' title='2009, o ano da INsustentabilidade?'/><author><name>henry</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_8i_qd4jzpPc/Sx9zKjRHq1I/AAAAAAAAARI/PfhInj2rR5c/S220/logo_perereca_escura_peq.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-3924731054365990244</id><published>2008-12-08T09:15:00.001-02:00</published><updated>2008-12-08T09:18:22.562-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Trebuchet; font-size: 11px; "&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="margin-top: 0.25em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 4px; padding-left: 0px; font-size: 140%; font-weight: normal; line-height: 1.4em; color: rgb(17, 89, 60); "&gt;&lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2008/11/rio-ter-biodiesel-de-esgoto.html" style="display: block; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Rio terá biodiesel de esgoto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2008/11/rio-ter-biodiesel-de-esgoto.html" style="display: block; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102); font-size: 24px; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content"&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.6em; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;03/11/08 - A companhia de saneamento do Rio, Cedae, pretende iniciar no ano que vem a produção de biodiesel a partir de esgoto. O projeto, ainda em fase piloto, vai consumir investimentos de US$ 3 milhões para a produção de até 20 mil litros do combustível por mês. Com adição obrigatória de 3% de biodiesel para cada litro de diesel de petróleo vendido nos postos brasileiros, há uma demanda anual de 1,2 bilhão de litros do combustível orgânico. O potencial para produção desse tipo de biodiesel chega a 1,5 milhão de litros por ano, caso 100% do esgoto do País fosse tratado. Atualmente, pode-se projetar 40% desse total. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o presidente da Cedae, Wagner Victer, a idéia é atrair parceiros para a produção em escala comercial no futuro. “Não tenho dúvida de que este tipo de aproveitamento de resíduos orgânicos vai ganhar importância na produção de energéticos”, disse Victer, lembrando que tais matérias-primas não competem com a produção de alimentos, uma das principais críticas à produção do biodiesel a partir de oleaginosas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A usina-piloto será instalada na unidade de tratamento de esgoto Fazenda Alegria, no Caju, zona portuária do Rio. Para o presidente da Cedae, a proximidade com o mercado consumidor será uma grande vantagem competitiva do biodiesel a partir do esgoto. “A produção tradicional é muito espalhada. Produzir dentro da região metropolitana representa um ganho logístico enorme”. A tecnologia empregada na usina vem da Alemanha, disse Victer. No Brasil, o potencial para produção de biodiesel a partir do esgoto chegaria a 1,5 milhão de litros por ano, caso 100% do esgoto do País fosse tratado. Atualmente, pode-se projetar um potencial de 40% desse total. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a adição obrigatória de 3% de biodiesel a cada litro de diesel de petróleo vendido nos postos brasileiros, vigente a partir de junho, há uma demanda anual por 1,2 bilhão de litros do combustível de origem orgânica. Atualmente, a maior parte da produção é feita a partir do óleo de soja, com alguma participação de outras oleaginosas, como a mamona. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.6em; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.6em; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; font-size: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; O Estado de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.6em; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; font-size: 16px;"&gt;Postado por &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Henry - 08 dezembro 2008&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.6em; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-3924731054365990244?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/3924731054365990244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2008/12/rio-ter-biodiesel-de-esgoto-031108.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/3924731054365990244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/3924731054365990244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2008/12/rio-ter-biodiesel-de-esgoto-031108.html' title=''/><author><name>henry</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_8i_qd4jzpPc/Sx9zKjRHq1I/AAAAAAAAARI/PfhInj2rR5c/S220/logo_perereca_escura_peq.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8222422854146666700.post-7507770611456674992</id><published>2008-12-03T08:03:00.005-02:00</published><updated>2008-12-03T08:22:11.466-02:00</updated><title type='text'>Manifesto pela Reflexão do Código Ambiental Catarinense</title><content type='html'>Meus Queridos Amigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merecedores de nosso apoio,  professores e pesquisadores de Santa Catarina estão propondo o manifesto "Criação do Código Ambiental Catarinense: uma reflexão sobre as enchentes e os deslizamentos". Este oportuno documento, em íntegra no anexo, menciona fatos para reflexão buscando encaminhar soluções mais sábias e duradouras alertando para o fato de que " Não é hora de ter pressa em aprovar uma lei que torna o território catarinense ainda mais vulnerável para catástrofes naturais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desnecessário se faz enumerar  prejuízos decorrentes da ocupação desordenada e sem critérios de ambientes frágeis. Importa lembrar que o que se tem visto no Vale do Itajaí não é exclusividade litorânea.  As ocupações e aterros em áreas alagáveis multiplicam-se agravando efeitos de cheias e enxurradas em todo o planalto norte que, também vive assombrado com lembranças de grandes inundações... Vale lembrar 1983 e 1992 e refletir sobre o que aprendemos com elas e o que "de fato" foi mudado...  incluindo aí, a necessidade de admitirmos nossa vulnerabilidade e a necessária capacidade para conviver com tais fenômenos naturais... que, sendo recorrentes agravam-se pela nossa negligência. É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve (Victor Hugo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale Lembrar também que Enquanto nossos tomadores de decisão, legisladores e representantes estiverem preocupados tão somente em diminuir, recuar ou modificar linhas nos mapas de áreas de preservação permanente de nossa região, nossas pessoas não estarão seguras, nosso ambiente não estará sadio e a vida de muitas espécies, inclusive a nossa, estará comprometida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido vai o apelo para que todos assinem o manifesto visando promover uma discussão mais ampla e acertada acerca de nossas vulnerabilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia o manifesto e dê sua contribuição... Repasse a seus contatos. Vamos refletir coletivamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Diante dos últimos recados que temos recebido da "Mãe Natureza" precisamos acreditar que pequenos atos podem fazer toda a diferença...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale Refletir... Vamos Leia, Pense e Assine!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leoni Fuerst Pacheco&lt;br /&gt;bióloga MSc&lt;br /&gt;Consórcio Ambiental Quiriri&lt;br /&gt;Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente de Rio Negrinho/SC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MANIFESTO - Criação do código ambiental catarinense: uma reflexão sobre as enchentes e os deslizamentos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As imagens de morros caindo, de desespero e morte, de casas, animais e automóveis sendo tragados por lama e água, vivenciadas por centenas de milhares de pessoas no Vale do Itajaí e Litoral Norte Catarinense nos últimos dias, são distintas, e muito mais graves, das experiências de enchentes que temos na memória, de 1983 e 1984.&lt;br /&gt;Por que tudo aconteceu de forma tão diferente e tão trágica? Será que a culpa foi só da chuva, como citam as manchetes? Nossa intenção não é apontar culpados, mas mencionar alguns fatos para reflexão, para tentar encaminhar soluções mais sábias e duradouras, e evitar mais e maiores problemas futuros.&lt;br /&gt;Houve muita chuva sim. No médio vale do Itajaí ocorreu mais que o dobro da quantidade de chuva que causou a enchente de agosto de 1984. Aquela enchente foi causada por 200 mm de chuva em todo o Vale do Itajaí. Agora, em dois dias foram registrados 500 mm de precipitação, ou seja, 500 litros por metro quadrado, mas somente no Médio Vale e no Litoral. A quantidade de chuva de fato impressiona. Segundo especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), a floresta amazônica é a principal fonte de precipitações de grande parte do continente e tudo o que acontecer com ela modificará de maneira decisiva o clima no Sul e no norte da América do Sul. Assim, as inundações de Santa Catarina e a seca na Argentina seriam atribuídas à fumaça dos incêndios florestais, que altera drasticamente o mecanismo de proveitamento do vapor d’água da floresta amazônica. Outros especialistas discordam dessa hipótese e afirmam que houve um sistema atmosférico perfeitamente possível no Litoral Catarinense. Existe uma periodicidade de anos mais secos e anos mais úmidos, com intervalo de 7 a 10 anos, e entramos no período mais úmido no ano passado. Esse mecanismo faz parte da dinâmica natural do clima. De qualquer forma, outros eventos climáticos como esse são esperados e vão acontecer.&lt;br /&gt;Mas o Vale do Itajaí sabe lidar com enchentes melhor do que qualquer outra região do país. Claro que muito pode ser melhorado no gerenciamento das cheias, à medida que as prefeituras criarem estruturas de defesa civil cada vez mais capacitadas e à medida que os sistemas de monitoramento e informação forem sendo aperfeiçoados. De todos os desastres naturais, as enchentes são os mais previsíveis, e por isso mais fáceis de lidar. Os deslizamentos e as enxurradas não. Esses são praticamente imprevisíveis, e é aí que reside o real problema dessa catástrofe.&lt;br /&gt;É preciso compreender que chuvas intensas são parte do clima subtropical em que vivemos. E é por causa desse clima que surgiu a mata atlântica. Ela não é apenas decoração das paisagens catarinenses, tanto como as matas ciliares não existem apenas para enfeitar as margens de rios. A cobertura florestal natural das encostas, dos topos de morros, das margens de rios e córregos existe para proteger o solo da erosão provocada por chuvas, permite a alimentação dos lençóis d’água e a manutenção de nascentes e rios, e evita que a água da chuva provoque inundações rápidas (enxurradas). A construção de habitações e estradas sem respeitar a distância de segurança dos cursos d’água acaba se voltando contra essas construções como um bumerangue, levando consigo outras infra-estruturas, como foi o caso do gasoduto. Esse é um dos&lt;br /&gt;componentes da tragédia.&lt;br /&gt;Já os deslizamentos, ou movimentos de massa, são fenômenos da dinâmica natural da Terra. A chuva em excesso acaba com as propriedades que dão resistência aos solos e mantos de alteração para permanecerem nas encostas. O grande problema de ocupar encostas é fazer cortes e morar embaixo ou acima deles. Há certas encostas que não podem ser ocupadas por moradias, principalmente as do vale do Itajaí, onde o manto de intemperismo, pouco resistente, se apresenta muito profundo e com vários planos de possíveis rupturas (deslizamento), além da grande inclinação das encostas. E é aí que começa a explicação de outra parte da tragédia que estamos vivendo. A ocupação dos solos nas cidades não tem sido feita levando em conta que estão assentadas sobre uma rocha antiga, degradada pelas intempéries, e cuja capacidade de suporte é baixa. Através dos cortes aumenta a instabilidade. As fortes chuvas acabaram com&lt;br /&gt;a resistência e assim o material deslizou.&lt;br /&gt;A ocupação do solo é ordenada por leis municipais, os planos diretores urbanos. Esses planos diretores definem como as cidades crescem, que áreas vão ocupar e como se dá essa ocupação. Por falta de conhecimento ecológico dos poderes executivo, judiciário e legislativo (ou por não levá-lo em consideração), o código florestal tem sido desrespeitado pelos planos diretores em praticamente todo o Vale do Itajaí, e também no litoral catarinense, sob a alegação de que o município é soberano para decidir, ou supondo que a mata é um enfeite desnecessário. Da mesma forma, as encostas têm sido ocupadas, cortadas e recortadas, à revelia das leis da Natureza. Trata-se de uma falta de compreensão que está alicerçada na idéia, ousada e&lt;br /&gt;insensata, de que os terrenos devem ser remodelados para atender aos nossos projetos, em vez de adequarmos nossos projetos aos terrenos reais e sua dinâmica natural nos quais irão se assentar. A postura não é diferente nas áreas rurais, onde a fiscalização ambiental não tem sido eficiente no controle de desmatamentos e cultivos nas áreas rurais, como mostram as denúncias freqüentes veiculadas nas redes que conectam ambientalistas e gestores ambientais de toda região. A irresponsabilidade se estende, portanto, para toda a sociedade.&lt;br /&gt;Deslizamentos, erosão pela chuva e ação dos rios apresentam fatores condicionantes diferentes, mas todos fazem parte da dinâmica natural. A morfologia natural do terreno é uma conquista da natureza, que vai lapidando e moldando a paisagem na busca de um equilíbrio dinâmico. Erode aqui, deposita ali e assim vai conquistando, ao longo de milhões de anos, uma estabilidade dinâmica. O que se deve fazer é conhecer sua forma de ação e procurar os cenários da paisagem onde sua atuação seja menos intensa ou não ocorra. As alterações desse modelado pelo homem foram as principais causas dos movimentos de massa que ocorreram em toda a região. Portanto, precisamos evoluir muito na forma de gestão urbana e rural e encontrar mecanismos e instrumentos que permitam a convivência entre cidade, rios e encostas.&lt;br /&gt;Por isso tudo, essa catástrofe é um apelo à inteligência e à sabedoria dos novos ou reeleitos gestores municipais e ao governo estadual, que têm o desafio de conduzir seus municípios e toda Santa Catarina a uma crescente robustez aos fenômenos climáticos adversos. Não adianta reconstruir o que foi destruído, sem considerar o equívoco do paradigma que está por trás desse modelo de ocupação. É necessário pensar soluções sustentáveis. O desafio é reduzir a vulnerabilidade.&lt;br /&gt;Uma estranha coincidência é que a tragédia catarinense ocorreu na semana em que a Assembléia Legislativa concluiu as audiências públicas sobre o Código Ambiental, uma lei que é o resultado da pressão de fazendeiros, fábricas de celulose, empreiteiros e outros interesses, apoiados na justa preocupação de pequenos agricultores que dispõe de pequenas extensões de terra para plantio. Entre outras propostas altamente criticadas por renomados conhecedores do direito constitucional e ambiental, a drástica redução das áreas de preservação permanente ao longo de rios, a desconsideração de áreas declivosas, topos de morro e nascentes, além da eliminação dos campos de altitude (reconhecidas paisagens de recarga de aqüíferos) das áreas protegidas, são dispositivos que aumentam a chance de ocorrência e agravam os efeitos de catástrofes como a que estamos vivendo. Alega o deputado Moacir Sopelsa que a lei ambiental precisa se ajustar à estrutura fundiária catarinense, como se essa estrutura fundiária não fosse, ela mesma, um produto de opções anteriores, que negligenciaram a sua base de sustentação. Sugerimos que os deputados visitem Luiz Alves, Pomerode, Blumenau, Brusque, só para citar alguns municípios, para aprender que a estrutura fundiária e a urbana é que precisam se ajustar à Natureza. Dela as leis são irrevogáveis e a tentativa de revogá-las ou ignorá-las custam muitas vidas e dinheiro público e privado. É hora de ter pressa em atender os milhares de flagelados. Não é hora de ter pressa em aprovar uma lei que torna o território catarinense ainda mais vulnerável para catástrofes naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Dra. Beate Frank (FURB, Projeto Piava)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Antonio Fernando S. Guerra (UNIVALI)&lt;br /&gt;Prof. Dra. Edna Lindaura Luiz (UNESC)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Gilberto Valente Canali (Ex-presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Hector Leis (UFSC)&lt;br /&gt;João Guilherme Wegner da Cunha (CREA/CONSEMA)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Juarês Aumond (FURB)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Julio Cezar Refosco (FURB)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Lino Fernando Bragança Peres (UFSC)&lt;br /&gt;Prof. Dra. Lúcia Sevegnani (FURB)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Luciano Florit (FURB)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Luiz Fernando P. Sales (UNIVALI)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Luiz Fernando Scheibe (UFSC)&lt;br /&gt;Prof. Dr. Marcus Polette (UNIVALI)&lt;br /&gt;Prof. Dra. Noemia Bohn (FURB)&lt;br /&gt;Núcleo de Estudos em Serviço Social e Organização Popular - NESSOP (UFSC)&lt;br /&gt;Prof. Dra. Sandra Momm Schult (FURB)&lt;br /&gt;Equipe do Projeto Piava (Fundação Agência de Água do Vale do Itajaí).&lt;br /&gt;Blumenau, 28 de novembro de 2008&lt;br /&gt;Se você também quer uma discussão mais aprofundada sobre o Código Ambiental e deseja que os parlamentares saibam disso, acesse o site &lt;strong&gt;www.comiteitajai.org.br/abaixoassinado&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8222422854146666700-7507770611456674992?l=consorcioambientalquiriri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/feeds/7507770611456674992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2008/12/manifesto-pela-reflexo-do-cdigo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/7507770611456674992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8222422854146666700/posts/default/7507770611456674992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/2008/12/manifesto-pela-reflexo-do-cdigo.html' title='Manifesto pela Reflexão do Código Ambiental Catarinense'/><author><name>Leléo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07906068530078978402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_BY1PWbChcd0/SdSjG0rr_uI/AAAAAAAAAAc/XXnd8sr9hbc/S220/IMG_4867.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
